quinta-feira, fevereiro 17, 2005

 

Vem aí a Judite (escondam-se ou ponham uma musiquinha ambiente)

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De onde virá esta mania de adulterar os nomes das nossas forças policiais de forma a tornarem-se nomes de mulher? Porque chamamos à PJ a "Judite" (que eu imagino como uma gaja magra e esquálida, evangélica, que vive com 8 gatos e de ovários estéreis--ela, não os gatos), e à GNR a "Geninha" (diminutivo de Eugénia, que evoca uma imagem de moça suburbana com os quilitos a mais encalhados num fato de treino azul da feira e que gosta de bucho da Beira Baixa).

Será o eterno fetiche por mulheres de uniforme policial, mais parafernália associada (no limite, até propiciaria equívocos interessantes, do tipo "Ontem apareceu-me a Geninha lá em casa, f***-me todo!").

E porque não estender essas designações femininas a outras áreas da administração, do género de:

A EMEL ficaria Amélia.
A ANA ficaria Raquel Alexandra (só para despistar)
À PT chamarmos-iamos... hmmm bom, se calhar não é boa ideia.



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