quinta-feira, janeiro 27, 2005

 

O maravilhoso mundo dos desenhos animados porno japoneses

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Se há gajos que, por mais que tente, não consigo entender, são os fãs de hentai. Vocês sabem, aqueles desenhos animados japoneses, parecidos com o Dragonball e afins, mas com a particularidade de os clássicos bonecos de olhos anatomicamente desproporcionados se engalfinharem em orgias com planos de filmagem LSD-like com o fundo a faiscar (não aconselhado a epilépticos, bem como qualquer desenho animado japonês).

Posted by Hello



Desde logo, pela razão óbvia: são apenas desenhos animados!! Se eu quisesse passar uns momentos com as calças nos tornozelos, dirigir-me-ia ao clube de vídeo local e alugaria o “Lynn, a Camionista Ninfomaníaca” ou “As Polacas Aguentam com Rocco”, ou qualquer outro exemplar de pornografia a sério. Se não fantasio threesomes com a Minnie e a Heidi, gritando “Say my name, bitch!”, não serão desenhos de pré-adolescentes com gigantescos olhos periscópicos, vestidas à colegial que me provocarão o mais leve sinal de erecção.

Outra razão para não apreciar o género são os enredos, que espelhando bem as obsessões sexuais do povo japonês, andam à volta disto:

1. Rapariguinha com ar de quem não tem mais de 12 anos e com voz angelical sai do liceu vestida com uma ultra-mini saia e uma camisa branca apertada que deixa antever os monumentais seios que rondarão um 45 copa grande (pelo que se depreende que as raparigas japonesas terão um desenvolvimento corporal absolutamente único no mundo).

2. É raptada por um grupo de malfeitores que a levam para um local ermo onde a violam. Ela grita “Oh não, que eu cá sou uma rapariga decente e virginal”, mas passados exactamente 2,4 segundos já geme de prazer e exige mais. A cada ejaculação dos violadores, com direito a facial, saem faíscas reluzentes dos respectivos pénis, o que nos leva a questionar seriamente se a radioactividade resultantes das bombas de Hiroxima e Nagasaki não andará ainda a afectar as qualidades sexuais do povo japonês;

3. Chega o chefe dos malfeitores, por regra um ser mutante, de cujo corpo nascem inúmeras pilas estilo mangueira que rapidamente se alojam nas diversas cavidades corporais da moça;

4. Chega o rapaz, por regra colega do liceu ou até mesmo irmão da rapariguita (!!!) que, ocultamente trabalha para uma agência ultra-secreta do governo japonês encarregada de erradicar a raça dos mutantes multipénis, dado tratar-se de concorrência desleal para a maioria do povo nipónico que, a avaliar pelo cliché, é bem pouco dotado em termos de tamanho.

5. A rapariga, ao princípio, rendida aos encantos da penetração stereo com surround system, não lhe liga muito, mas após morto o mutante e os seus capangas, guincha “meu salvador, o que posso fazer para te pagar?”

6. Creio que não é preciso dizer qual a resposta do rapaz, e qual o desfecho da história.

Resumindo, a não ser que sejas um pedófilo reprimido, sendo o hentai a única hipótese de saciares legalmente a tara por assistir a gangbangs de ninfomaníacas de 12 aninhos, "espancar o bispo" a assistir a desenhos animados é, sem dúvida, bater no fundo.



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